Objetivos do Curso

  • Compreender o que é a Consciência Sistémica
  • Ganhar um novo olhar sobre a vida através da integração pela visão sistémica
  • Aprender a observar como esta Consciência Sistémica se manifesta e influencia as várias áreas da vida
  • Tomar consciência de que cada um de nós é um sistema, por si só, que vive interligado com múltiplos sistemas
  • Compreender a forma como estes múltiplos sistemas impactam a nossa vida e influenciam as nossas escolhas
  • Ganhar capacidade de utilizar esta tomada de consciência em prol da construção de uma vida mais saudável, mais feliz e com propósito

Solidariedade

A Solidariedade verdadeira implica perguntar, organizar, materializar e proporcionar ao outro o que ele precisa à maneira dele e respeitando a sua cultura e modo de Vida. Esse caminho interno é longo e pressupões algum desenvolvimento pessoal e espiritual, para que saibamos caminhar da empatia até à compaixão, com muita humildade e sem nos substituirmos ou enfraquecermos a dignidade.

Desde a conceção até ao nascimento, tudo tem uma ordem. Como seres humanos, estamos vinculados a uma imensidão de sistemas. Desde o nosso corpo, à família, ao país, ao continente que pertencemos. Todos eles formam um sistema integrado e interrelacionado entre si e que nos influencia sem estarmos conscientes.

Meditação Moderna

 

Quando ouvimos falar de meditação é quase inevitável não chegar à nossa mente imagens de monges com um ar tranquilo demonstrativo de grande sabedoria, podendo a nossa mente ligar a uma ou outra religião, mas mesmo assim a percepção de tranquilidade e sabedoria fica presente. De seguida a nossa mente julgadora ou invejosa lança uma série de razões por não termos a tal serenidade ou sabedoria e rapidamente voltamos a ligar o nosso piloto automático e alimentar a mente com uma qualquer distração.

Quarentena

Neste período de quarentena a que todos fomos convocados, por algum desígnio de força maior quis o destino que acontecesse durante a quarentena da Páscoa. Não deixa de ser interessante esta relação tão profunda quando vivemos (no nosso caso) numa sociedade católica.

Entrámos num tempo de recolhimento, de quietude e de observarmos e reaprendermos a viver a partir do nosso interior. Por isso mesmo, estamos todos confinados à nossa casa. Ao nosso templo sagrado. Ao nosso Corpo. Para isso é preciso parar e criar condições para escutar o nosso silencio e ter a coragem de escutar o nosso ruído interno que mora e se esconde para lá desse primeiro aparente silencio. Resistir ao convite e à vertigem de continuarmos através das redes sociais a sermos tomados e absorvidos pelo circunstancias exteriores. A verdade é que o frenesim das obrigações e de tudo o que é urgente, mas não necessariamente importante, está, aos poucos, a acalmar e a mostra-nos o Essencial.

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